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21.11.09

Entrevista com presidente da Coca-Cola

por Míriam Leitão
Coluna Panorama Econômico / O Globo
14.11.2009


Em gelo fino

A Coca-Cola vai investir US$ 6 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. O Brasil é o quarto maior mercado da empresa, depois de Estados Unidos, México e China. O presidente mundial da companhia, Muhtar Kent, me disse que a economia americana vai se recuperar lentamente e que, em 2020, haverá um bilhão de consumidores a mais na classe média, a maioria de mercados emergentes.

Na entrevista que me concedeu, na Globonews, eu perguntei o que ele pretende fazer para neutralizar os danos ao meio ambiente causados pela Coca-Cola. Ela tem a maior "pegada de carbono" (carbon footprint) da indústria de consumo do mundo. Movimenta mais caminhões do que a UPS, DHL e Fedex juntas para entregar os produtos aos seus vinte milhões de pontos de revenda. Isso representa uma quantidade gigantesca de emissões de gases de efeito estufa.

— Nós determinamos uma meta clara sobre a nossa pegada de carbono. Os negócios vão crescer, mas as emissões, não. Faremos isso de três formas: primeiro, com carros híbridos. Temos a maior frota de veículos híbridos pesados do mundo. Segundo, temos 10 milhões de refrigeradores no mundo para nossos produtos, nos varejistas. Nesses aparelhos, vamos reduzir entre 30% a 40% da energia e vamos usar gases de baixo impacto ambiental. Terceiro, vamos aumentar a reciclagem dos produtos — afirmou Kent.

Além disso, garante que será em 2020 a primeira empresa do mundo com "consumo neutro de água", ou seja, promete devolver ao meio ambiente cada litro de água que retirar dele. Ela usa um oceano: 300 bilhões de litros por ano:

— Porque estamos crescendo, usaremos em 2020 entre 500 a 600 bilhões de litros. Mas a meta é: reduzir 20% o nosso consumo, reciclar a água que usamos, e, além disso, coletar água da chuva e armazená-la.

Um dos primeiros experimentos dessa nova forma de produzir é a fábrica inaugurada por ele, esta semana, em Curitiba. Uma fábrica da Matte Leão.

Hoje, qualquer conversa com um executivo de grande empresa global tem que ter uma grande parte dedicada ao tema das mudanças climáticas. Não é possível mais cobrar apenas dos governos. O desafio é ir além da aceitação pura e simples do marketing verde que domina a propaganda institucional de todas as empresas. Perguntei a ele se essa ideia de "fábrica verde" era uma criatura do marketing ou um fato real. Ele disse que acredita que a empresa só será sustentável se ela tiver um papel significativo no esforço global de redução das emissões.

Sobre a crise, ele acha que a economia americana já bateu no fundo do poço, mas terá uma recuperação lenta porque a criação de empregos está muito baixa. No longo prazo, está otimista. Disse que nos anos 80 todo mundo achava que a economia americana seria engolida pela japonesa, e ela conseguiu se recuperar. Fará de novo agora:

— Os Estados Unidos vão mudar de uma economia movida a consumo e endividamento para um sistema movido a tecnologia — biotecnologia, nanotecnologia — porque o país continua tendo os maiores centros de pesquisa do mundo e os maiores centros acadêmicos do mundo.

De qualquer modo, mesmo nesse cenário de renovação da economia americana, ele acredita que o peso econômico dos países vai continuar mudando nos próximos anos.

— A demanda global não será puxada por uma única economia. Até 2020, o mundo terá um bilhão de consumidores a mais na classe média, apesar da crise global atual. E esses consumidores estarão em países como Brasil, China, Índia, México, Indonésia, Rússia.

No Brasil, a empresa investiu US$ 3 bilhões nos últimos cinco anos e vai investir US$ 6 bilhões nos próximos cinco. Criou dois mil empregos diretos por ano, todos os anos. Ao todo, tem 38 mil empregos diretos:

— Acho que com os investimentos vamos criar mais empregos por ano do que criamos recentemente.

Muhtar Kent nasceu em Nova York, filho de um diplomata turco. Estudou na Turquia e na Inglaterra, entrou na Coca-Cola por um anúncio de jornal e fez carreira na empresa. Foi enviado como executivo para vários mercados, um deles, o Leste Europeu, exatamente na época da queda do muro de Berlim.

— Nós previmos um ano antes que aquilo iria acontecer e nos posicionamos. Tínhamos apenas pequenos negócios lá. Depois da queda do muro, nós abrimos 24 fábricas em 30 meses.

Ao começar a entrevista, perguntei de que país ele vinha:

— Ontem, estava no extremo norte do Canadá, a menos 10 graus, e hoje estou aqui, a mais 40 graus. Fui com a WWF ver os ursos polares. Este ano, o frio está atrasado cinco semanas, eles não podem sair para caçar. O que no ano passado era gelo em novembro, agora é onda, dá para surfar. Não há mais dúvida científica em relação à mudança climática.

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20.11.09

India não cooperará com as metas do COP-15, em Copenhague

Índia diz que emissões de gases do país seguirão crescendo

da Efe, em Nova Déli
20/11/2009

O ministro indiano do Meio Ambiente, Jairam Ramesh, declarou que as emissões de gases do efeito estufa da Índia seguirão crescendo e que entre os problemas ambientais mais preocupantes em seu governo estão à gestão de água, a sujeira das grandes cidades e a proteção às florestas.

Em entrevista coletiva para apresentar o relatório do Instituto de Pesquisa e Energia de Tata (Teri, na sigla em inglês), um instituto dedicado ao estímulo do desenvolvimento sustentável, Ramesh afirmou que as emissões da Índia "crescerão" nos próximos anos, embora não tenha detalhado a que ritmo.

"Nosso objetivo é manter o nível de absorção de CO2 das florestas em 10 %", disse o ministro, cujo governo é reticente em comprometer-se com uma redução de emissões na cúpula de Copenhague, que ocorre em dezembro.

Ramesh fez as afirmações durante a apresentação do estudo do Teri, dirigido pelo cientista Rajendra K. Pachauri, presidente do Grupo Intergovernamental da ONU sobre a Mudança Climática (IPCC), distinto com o Prêmio Nobel da Paz em 2007.

Nesta sexta-feira, o ministro não se pronunciou sobre o papel da Índia na cúpula de Copenhague, mas ontem, durante a apresentação de outro relatório, deixou claro que o gigante asiático rejeitará a imposição de redução na emissão de gases.

"Não esperem demais de Copenhague. Não mudaremos nossa postura", observou.

"Parece extenso o caminho até chegarmos a um compromisso internacional vinculativo e, no qual, os países desenvolvidos assumam os compromissos", afirmou.

O governo indiano criticou com dureza em outras ocasiões os países desenvolvidos por propiciar a mudança climática e se negou a comprometer-se com a redução de emissões de gases do efeito estufa.

O Ministério do Meio Ambiente mostrou durante os últimos meses mais interesse com os sérios problemas ecológicos em território indiano, como o desmatamento, a gestão de água, a biodiversidade e a sujeira das grandes cidades.




Poluição da água na India

19.11.09

Blyss Show Bar

Celebração de fim de ano do Studio Blyss Yoga

Imperdível

Confiram o convite:

Quando a sua VIDA REAL vai começar? BLYSS SHOW BAR nesta sexta e sábado

O subtítulo do nosso show nesse fim de semana "A Sua Vida Aqui Vai Começar"" é meio... pretensioso? Sinceramente não... Durante o show vamos dar para você 5 perguntinhas fundamentais para que você, se quiser, possa planejar e assim "começar a sua vida real"... Já usei essas perguntas com varias pessoas e deu certo para todo mundo. "Vida Real" é quando estamos maduros para seguir vivendo o que é a nossa real missão por aqui. De vez em quando fazemos o que os outros ou a sociedade quer. É nossa tarefa decifrar por nós mesmos, sem gurus ou mandamentos, porque estamos aqui para descobrir a contribuição única que cada um de nós tem a dar. Acho que o BLYSS SHOW BAR ajuda isso de um modo bem humorado e contemporaneo. Vai acontecer nessa sexta e sábado, 20 e 21 de Novembro, as 20:30, no Letras e Expressões de Ipanema ( Rua Visconde de Piraja 276). Aparece por lá e me diz o que voce achou... Namastê!

www.blyss.com.br

18.11.09

Workshop de Partner Yoga com Patrick Gomlevsky e Dany Sá

Um dos objetivos da prática de Partner Yoga é aproximar as pessoas através de uma respiração consciente, movimentos e posturas em dupla. Criando uma atmosfera de companheirismo, confiança e harmonia entre os participantes na prática e no dia-a-dia. Tirando um pouco da atitude rígida com que muitos praticam o Yoga hoje em dia, esta é uma prática mais descontraída e divertida, e ainda assim desafiadora.

As duplas serão montadas no dia ou se preferir você poderá levar seu partner!

Sábado, 21 de Novembro
de 9h as 10h30

Blyss Yoga Studio
Rua Visconde de Pirajá, 318 / 211, Ipanema
Rio de Janeiro/RJ
(21) 3627- 01108
www.blyss.com.br
Investimento: R$30

Reserve seu espaço. Vagas limitadas.

16.11.09

Inspiração: Beija-flor Vermelho


Fotografia de Marcelo Krause - premiada no Concurso Itaú BBA de Fotografias

15.11.09

Governo brasileiro monta circo eleitoreiro e anuncia malabarismo na área ambiental

por Míriam Leitão
Coluna Panorama Econômico/O Globo
13.11.2009


Malabarismo verde

O governo montou um circo cheio de malabaristas para anunciar a queda forte do desmatamento de 12 mil km para 7.000. O número é bom e era natural que ele faturasse. É a destruição de uma área equivalente ao DF em um ano, mas já foi muito pior. Os atores mudaram a história e apagaram a personagem principal: Marina Silva. Já Dilma Rousseff não coube no seu figurino neo-verde.

Dilma não é desse mundo. Ela é, desde o começo do governo Lula, a principal responsável pelo modelo elétrico, pelas decisões na área que monitora, mesmo depois de sair de lá. Acredita nas grandes hidrelétricas no meio da Amazônia, quer construir rodovias, aposta na "indução do desenvolvimento na expansão das fronteiras agrícolas e minerais", palavras ditas no lançamento do PAC. Não há transposição sustentável que faça dela uma defensora do meio ambiente e da floresta.

Mas há uma conclusão boa diante do malabarismo verde de ontem: um grupo político que quer se manter no poder só faz isso se acredita que é importante, dá voto, e faz parte dos novos valores da sociedade brasileira. Ela vem mudando nos últimos tempos. Isso é mais interessante do que a versão montada ontem pelo marketing do governo.

O desmatamento cresceu muito no começo do primeiro governo Lula e chegou a 27 mil km em 2004. Em fevereiro de 2005, morreu a irmã Dorothy. Os números e a tragédia deram força à ministra Marina Silva dentro do governo. Ela então anunciou o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento, junto com o então chefe da Casa Civil, José Dirceu. A primeira frente de batalha foi a criação de áreas protegidas, unidades de conservação. Outros estados seguiram na mesma linha: Pará, Amazonas, Amapá, Acre. O total de áreas protegidas subiu de 30% para 41% até 2007. De lá para cá, aumentou apenas para 42%. Operações policiais se intensificaram. Um dos resultados foi a operação Curupira, no Mato Grosso.

As ONGs aumentaram a pressão contra as grandes empresas que induziam o desmatamento. Assim, nasceu a moratória da soja, em que as grandes traders se comprometeram a não comprar soja de área recentemente desmatada.

O desmatamento caiu nos anos seguintes. Em 2007, logo que voltou de Bali, a ex-ministra confirmou o que se temia: o desmatamento voltara a crescer. Ela anunciou então uma nova série de medidas. Beto Veríssimo do Imazon, lembra:

— Foi cortado o crédito de quem desmatava e a lei de crimes ambientais embargou as fazendas infratoras. Os nomes destas fazendas foram divulgados na internet. A lei estabeleceu que quem comprasse delas responderia pelo crime. Além disso, o governo fez uma lista de 36 municípios que mais desmatavam e montou a operação Arco de Fogo, da Polícia Federal e do Ibama, para fechar madeireiras e fornos ilegais.

Acompanhei uma dessas seções, em abril de 2008, em Paragominas. Conversei na época com o prefeito Adnan Demachki, que falou ontem no evento do governo. O ministro Minc contou ontem que houve um atentado em Paragominas contra a sede do Ibama, e a partir daí, graças a atuação do seu ministério e a decisão acertada do prefeito, que ficou contra os produtores de carvão ilegal, o desmatamento caiu.

O ministro errou na ordem dos fatos históricos. O ataque à sede do Ibama foi em novembro do ano passado. Mas quando eu fui em abril de 2008, o prefeito já tinha assinado desde março um pacto com os principais produtores da cidade pelo desmatamento zero. E o fez com a ajuda do Imazon. Tudo anterior até a nomeação de Minc, que só aconteceu em maio do ano passado. Paragominas é um bom exemplo de como as coisas funcionam: os produtores se sentiram pressionados porque seus clientes queriam garantia de produtos livres de desmatamento.

Esse tipo de pressão aos produtores faz parte de um processo interessante. Com a divulgação dos nomes das fazendas que desmatavam ilegalmente, um grupo de ONGs, liderado pelo Greenpeace, fez um levantamento de quem estava comprando desses produtores. Esse estudo chegou aos grandes supermercados, que decidiram boicotar a carne de frigoríficos que compravam dessas fazendas.

— Mas claro que tudo isso mostra que os empresários estão mudando. E se eles estão mudando, é porque o mercado e a sociedade estão mudando — diz Veríssimo.

No palanque do desmatamento, a versão foi que tudo aconteceu por obra do governo, a partir da chegada do ministro Minc, e graças ao trabalho da ministra Dilma e ao programa Arco Verde. A propósito, também lançado por Marina.

— O Arco Verde, na verdade, tem sido apenas um mutirão de entrega de documentos pessoais ou legalização de propriedade de pequenos proprietários. Não está havendo a outra parte: o desenvolvimento de cadeias produtivas — explica Veríssimo.

Na história contada no palanque, houve muitas imprecisões e meias verdades. Mas o pior foi sumir com um personagem desse próprio governo. A senadora Marina Silva está na origem de políticas que deram certo. É de justiça que se diga isso. A maneira como o governo contou os fatos lembrava "1984", de George Orwell, em que os poderosos reescreviam a história passada para eliminar o personagem que caíra em desgraça.

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14.11.09

Deus nunca erra

Recebi da amiga yoguini Rachel Moreira e compartilho com você, leitor do blog, com muita gratidão!

Obrigada, Rachel.

DEUS NUNCA ERRA

Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas.
O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito.

Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus.
Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!

ENTREGA, CONFIA, ACEITA E AGRADECE. Abraços, Rachel Moreira
*Luz, Paz e Amor para o Planeta Terra. Namastê!

Especialistas americanos elegem as piores dietas para emagrecer

O Globo Online
10/11/2009

por Maria Vianna


Antes de escolher sua próxima dieta, fique atento. A Associação Dietética Americana (ADA) acaba de lançar uma lista com as piores dietas de todos os tempos. São aquelas que podem até provocar um emagrecimento rápido, mas também estimulam o efeito sanfona e detonam o metabolismo a longo prazo.

- Quem está acima do peso adora uma solução milagrosa, mas adotar dietas drásticas, de baixíssimas calorias, ou que excluem grupos alimentares como os carboidratos ou os laticínios não traz nenhum benefício a longo prazo e podem prejudicar a saúde - explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).

" Além da sensação de cansaço ou de fraqueza, cortar muitos alimentos pode provocar uma reação do organismo, que vai fazer de tudo para o corpo não emagrecer "

Para ele, um emagrecimento saudável é de até um quilo por semana. Quem está muito acima do peso acaba emagrecendo mais, quem está próximo do peso ideal acaba perdendo menos.

- Além da sensação de cansaço ou de fraqueza, cortar muitos alimentos pode provocar uma reação do organismo, que vai fazer de tudo para o corpo não emagrecer - afirma Mancini.

O médico também não aconselha dietas como a da alimentação viva (na qual só alimentos crus são permitidos), a vegana (que exclui todo tipo de derivado de animal) ou a macrobiótica.

- Respeito quem segue estes tipos de plano, pois estão ligados a filosofias e escolhas de vida, mas elas não deixam de ser muito restritivas. Quem segue estas dietas deve ter sempre um acompanhamento médico para ter a certeza de que está combinando bem os alimentos e não está se privando de nenhum nutriente importante - completa.
As piores dietas, segundo a ADA:

Dietas de desintoxicação que excluem vários alimentos ou incentivam o consumo excessivo de outros - Cortar grupos alimentares sem a orientação de um especialista pode causar uma série de distúrbios como a anemia e a osteoporose. O exagero também não é nada bom. O consumo de mais de duas xícaras por dia de chá verde, por exemplo, não emagrece e ainda pode causar aftas, gastrite e até deficiência de ferro.

Dietas de grande restrição calórica - Para Mancini, estas dietas de fato emagrecem, mas são as principais culpadas pelo efeito sanfona. Além de deixar o metabolismo lento, causam fraqueza, dor de cabeça, tontura e enjoos.

Dietas que parecem muito boas para ser verdade -Dieta do cookie, do chocolate, da bala... Se a dieta parece fácil demais ou vai contra as indicações recomendadas por especialistas renomados, é melhor abrir o olho.
Mudanças que realmente funcionam

Segundo Márcio Mancini, não existe uma dieta perfeita. O plano alimentar deve se encaixar ao estilo de vida e às preferências alimentares da pessoa. As dicas abaixo são conhecidas, mas não deixam de ser eficazes:

- Escolha um plano flexível, que estimule a mudança de hábitos a longo prazo.

- Faça exercícios, caminhe mais ou troque o elevador pelas escadas. "A ideia é se mexer mais ao longo do dia, principalmente nos fins de semana", diz Mancini.

- Privilegie as frutas, as verduras e os grãos integrais. Diminua o consumo de doces, álcool e gorduras.

- Entenda o motivo por trás dos excessos. Algumas deficiências vitamínicas ou de minerais causam compulsões alimentares, assim como certas doenças ou distúrbios psicológicos. Nestes casos, a ajuda do médico vale ouro.

- Não coma em pé, vendo televisão ou em frente ao computador.

- Não faça compras com fome e limite as idas ao bar ou ao restaurante. Pesquisas indicam que quem come fora ou com amigos acaba ingerindo mais calorias do quem tem o hábito de fazer as refeições em casa.

www.oglobo.com.br

13.11.09

Yoga do Bem no Nirvana na capa de ogloboonline.com

O evento beneficente, Yoga do Bem, que está em sua segunda edição e será mais uma vez apoiado pela Zen People está na capa da página online do jornal O Globo de hoje.


Clique na imagem para ampliá-la.


No site www.zenpeople.com.br estão à venda bonequinhas confeccionados pelas jovens internas da Lua Nova e vales-doação cujas rendas serão integralmente transferidas à instituição.

E mais: comprando qualquer produto no site no período de 12 a 19 de novembro 10% do valor será destinado à instituição.

Participe do evento e leve sua família!


* Post retirado do Blog Zen People.

Curso de culinária indiana ayurvédica

Aprenda a cozinhar um autêntico banquete indiano de forma saudável e ecológica, trabalhando os doshas e gunas na alimentação. Sistema ayurvédico aplicado à culinária para composição de cardápios equilibrados, pratos tridosha, menus e dietas vitalizantes.

28 de novembro
de 14h as 20h
Centro de Yoga Sivananda
Rua das Palmeiras, 13, Botafogo,
Rio de Janeiro/RJ
(21) 2266-4896

Com Marcos Natureba, Chef de cozinha Vitalizante.

Na sexta feira, 27/11 às 20h, durante o satsanga breve palestra com o tema Ayurveda, Alimentação Vitalizante, Ecologia e Espiritualidade. Satsanga aberta a todos.

Receitas executadas durante o curso:
*Biryani Veg (arroz suculento com castanhas e especiarias),
*Dahl de ervilhas (ervilhas cremosa perfumada na massala indiana),
*Cofta (almôndega vegetal),
*Chutney de abacaxi (clásica preparação da cozinha indiana agridoce picante, muito aromática)
*Yogui tchai (chá nutritivo com especiarias)
*Baindi (fritada de quiabos na farofa de cereais)
*Raita (salada refrescante)
*Sabdji (legumes ao molho de coco)
e muito mais… é fornecido uma apostila de receitas.

Vagas Limitadas.

* Retirado do blog Universo Orgânico.

Estudo vincula depressão a alimentos industrializados

Pesquisa conclui que pessoas com dieta mais saudável correm menos risco de ter doença.
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.

Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.

O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo.

Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.

Os especialistas dizem, no entanto, que – embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis – é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.

Método

Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam.

Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.

Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.

Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.

Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.

Dieta mediterrânea

A autora do estudo, Archana Singh-Manoux, diz que é possível que os resultados sejam explicados por um fator ligado ao estilo de vida dos participantes que não tenha sido levado em consideração pelos especialistas.

“Houve um estudo mostrando que a dieta mediterrânea estava associada a riscos menores de depressão, mas o problema é que, se você vive na Grã-Bretanha, a probabilidade de você seguir uma dieta mediterrânea não é muito grande”, afirma a pesquisadora.

“Então, nós queríamos observar de forma diferente as associações entre dieta e saúde mental”, acrescenta.

Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.

“Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental”, diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch.

“Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental.”

McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. “A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares”, afirma.

“Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem.”

Fonte: O Estadão

Post retirado do blog Universo Orgânico.

11.11.09

Prana Flow Yoga: abraçe o flow e permita que o prana lhe guie

O corpo fluido. Nossos corpos são fisicamente ritmados, vibram e pulsam com as constantes ondas de nossa respiração, batimento cardíaco e ondas mentais. A prática de Prana Flow Yoga é de intensidade moderada, eemove a rigidez corporal e mental provocando a consciência de ambos. Desenvolve flexibilidade, agilidade e longevidade. Trabalha a estabilidade na flexibilidade, movimentos fluídos e técnicas respiratórias (pranayamas), sendo que cada aluno é convidado a experimentar seu próprio ritmo, seu próprio “pulso”.

Os movimentos lentos e fluidos diminuem o stress físico e mental e permitem uma entrega intensa para o alongamento dinâmico que irá transformar stress em ação. Prana é a força vital da criação e Flow é o estado unificado de consciência.

Prana Flow é uma energética e criativa incorporação do fluxo do yoga criada por Shiva Rea. Alunos de todos os níveis são habilitadas para experenciar o prana - a fonte universal da respiração, a energia vital, a inteligência consciente - como fonte de comando de prática de yoga e de uma vida vital. Os praticantes aprendem clássicas e inovadoras abordagens de vinyasa yoga e o estado do fluxo para obter ensinamentos de Krishnamacharya, do Tantra, da Ayurveda, do Bhakti, da Somatização e da experiência de ensino de Shiva Rea nos últimos quinze anos.

Prana Flow também é:

Um evolutivo método de transformação que incorpora transformação e saúde radiante cultivando a força interior e a força exterior;

Força e flexibilidade;

Habilidade e intuição;

Energia vital e relaxamento;

Ativação e receptividade através de equilibradas e criativas sequencias fluidas (vinyasas);

Um catalisador para a transformação de velhos padrões e paradigmas do corpo, e do mundo, permitindo o descobrimento da potência e da criatividade interior;

Um modo de liberar o fluxo natural de inteligência espontânea;

Cultura da arte do yoga incluindo movimento, musica, sons, artes visuais e poesia para aprofundar o fluxo;

Um modo de montar as ondas da respiração, mudando os ritmos da vida;

Viver, amar e servir a vida em todas as suas formas.

O ritual da aula

As aulas são rituais de sadhana. São inspiradas na respiração e oferecem um espectro completo (ha-tha) de rítmos de meditação e rejuvenescimento. A onda da aula é criada através de ciclos de eficazes e criativas seqüências (vinyasas) ligadas entre si através da respiração. Cada aula é bem redonda: seguindo a mandala do corpo e dos asanas - para transformar todo corpo em força e fluidez, circulação e centralização.

A ênfase: Bhava ou atitude psíquica: Bhava é um conceito da yoga que se estende para toda a vida como o sentimento que pode ser traduzido como humor que faz o solo interior da qual toda a experiência de yoga surge. Bhava é uma experiência de corpo inteiro. Técnica sem bhava é como comida sem gosto: é o estado interno que traz trasformação e satisfação para o fluxo do yoga.

Evolução: as aulas são seqüenciadas em torno da função e da energia do asana de uma forma que permite a cada aluno a encontrar o seu desenvolvimento e emocional mais apropriado para o momento e o fluxo de vida. Não há hierarquia entre as posturas.

Integração: Através da sequencia multi-dimensional do mandala (totalidade) do corpo é cultivada uma integração dos asanas inteligentemente. Todos os principais grupos de asanas e todas as principais estruturas do corpo são alquimicamente escolhidos. Entoação, visualização, chakras e pranayama também são muitas vezes integrados no asana.

Alinhamento Energético: é uma abordagem experimental para o alinhamento interno e externo consciente que o convida a descobrir as relações naturais, ações e fluxo energético dentro de seu corpo. Envolve acessar o alinhamento durante o fluxo da prática através de um método com três partes de vinyasa, que traz a consciência de acções-chave, os movimentos do prana, a união de opostos, e as linhas de energia que despertam da função inerente e benefício de uma postura. A ênfase é no fluxo ininterrupto de meditação interna e o alinhamento dentro do fluxo.

Fluxo Coletivo: a orientação para um grupo diário de fluxo de vinyasa não é mais do que uma aula como uma viagem coletiva ao longo do rio que é o prana, que flui dentro de nós e à nossa volta. Uma aula de Vinyasa tem essas três dimensões que cria o estado de fluxo:

* Ligar-se inteiramente à sua experiência, sincronizar as ondas dentro de você (sua respiração, o pensamento / ondas de emoção, movimento e energia)
* abrir-se ao poder da dinâmica de grupo enquanto sente seu próprio fluxo. Mover-se junto com o grupo. O que relaxa todos os tipos de sofrimento.

Yoga é o meio de se unir a nossa consciência para os ritmos profundos que curam e integra-nos numa época em que há desafio para a nossa bússola interior entrar no fluxo.

Elementos comuns da aula de Prana Flow

Cânticos e Música
Nós estamos sempre conectados com a universal e natural entoação do OM como movimento. Cânticos yoguicos, os bija mantras também são integradas por experientes praticantes durante o fluxo da classe. A música, como uma ferramenta universal para cultivar o fluxo, é invocada criando a experiência de vinyasa como uma dança de respiração e ritmo.

Meditação em movimento
Oferecemos dezenas de meditações em movimento enraizados no kriya (movimento rítmico para um efeito energético). A meditação em movimento introduz a direção da classe através de padrões de movimento, invocando asanas e o despertar de energia que iniciam o estado de fluxo.

Namaskaras: Variações da Saudação ao Sol
É explorado mais de 25 namaskaras: saudações como forma de vinyasas com a sua própria energia e efeito. O estado de Namaskar é para perceber o essencial, se é a energia do sol como saudações ao sol (Surya Namaskar) ou da lua como saudações à lua (Chandra Namaskar). De uma base de 5 namaskaras clássicos, oferecemos 20 namaskaras diferentes desenvolvidos ao longo dos últimos 15 anos de ensino. Estes estão focados em diferentes finalidades para a circulação, o rejuvenescimento, o movimento multi-direcional ou circular e para as mulheres, as Devis diferentes ou Deusas. Uma vez que os iniciantes tenham integrado o básico, os alunos experimentaram o maravilhoso efeito da abertura de novos caminhos dentro de seu ser.

Sequencia Multi-dimensional
É oferecida para integrar posturas em pé, equilibrio sob o braço, flexões, retroflexões, torções e abertura de quadril em um eficaz, criativo e dinâmico método baseado no vinyasa krama (fases de evolução), pratikriyasana, o cultivo de fluidos corporais, kosha chakra e modelos de integração do corpo. O efeito: vitalidade e criatividade.

Meditação e Pranayama Mudra
Meditação Mudra é oferecido como uma forma de entrar no estado natural, inerente à meditação e cultivar bhavanas (estados de cura de consciência). Pranayama Mudra é cultivada como o fluxo contínuo da onda da respiração e, especificamente, no final da classe para equilibrar e espalhar o prana em todo o ser.

Shavasana de Cura
Shavasana é o grande retorno para a casa, a fonte dentro de si. Muitas vezes inclui yoga nidra baseada na visualização do profundo relaxamento e cura.

Mais em www.shivarea.com


Onde praticar


Na cidade do Rio de Janeiro, há aulas de Prana Flow Yoga na Academia Proforma Leblon com a professora Miila Derzett.


Clique no cartaz para ampliá-lo e saber mais.


Serviço:
Academia Proforma
Rua Dias Ferreira, 33, Leblon,
Rio de Janeiro / RJ
www.proforma.com.br

Professora Miila Derzett
www.trueloveyoga.com

10.11.09

Inspiração: Baron Baptiste


Um dos precursores do Power Yoga...

5.11.09

As últimas de Caetano Veloso, em entrevista exclusiva à Sonia Racy

Cantor e compositor baiano traz de volta a SP o show 'Zii e Zie' e fala sobre Brasil, violência, eleições...

Sonia Racy, de O Estado de S. Paulo

'Sempre achei que o Brasil é um país com destino de grandeza e uma originalidade fatal', diz o cantor e compositor Caetano Veloso.

Foto: Fábio Motta/AE

RIO - À exceção de alguns momentos mais incisivos, Caetano Veloso deixou claro, na entrevista ao Estado, semana passada, na sede da Natasha Produções, no Rio, que a maturidade lhe subiu à cabeça. Uma boa sabedoria emerge, fácil, da sua tranquilidade interior. O posicionamento rebelde do início da carreira, que às vezes assumia as cores da esquerda, deu lugar, hoje, a um discurso racional, realista. Que nada tem, no entanto, das desilusões de quem perdeu a esperança - e isso transparece, com força, quando anuncia sua opção pela candidatura de Marina Silva. "Não posso deixar de votar nela. É por demais forte, simbolicamente, para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem."

Sobre as mudanças propostas na Lei Rouanet, Caetano se esquiva: " Eu sou daquelas moças... não estudei direito", diz o artista que, na era da tecnologia, não usa sequer o celular, não gosta do Twitter, mas se comunica sempre por e-mail.

E cadê as novas pessoas com a força do talento de um Caetano, um Gil ou Chico? O mundo hoje é de gente pré-fabricada pelo marketing e meios de comunicação? Nada disso. Para Caetano, houve uma mudança tecnológica imensa e também desdobramentos históricos. "Fico me perguntando: aqueles pintores que ficaram famosos, foram mais sagazes em seduzir príncipes ou reis, ou eram mesmo os mais talentosos? Ou foram os que combinaram melhor as duas coisas? Ou os que tiveram a sorte de encontrar um príncipe que gostou deles? A diferença hoje passa por outros canais." E isso é bom ou é ruim? "Nem bom nem ruim, é o que é."

Caetano volta a São Paulo amanhã - por três dias - para seu show Zii e Zie, no Citibank Hall. Que depois, em 2010, transformará em turnê internacional: março pela América Latina, abril nos EUA, julho Europa e talvez Austrália e Ásia em setembro. Só ao final dele é que pensará no futuro de seu futuro. Aqui. trechos da conversa.

Como você vê o Brasil?

Acabei de ler no New York Times que, possivelmente, o Brasil é o País mais importante do mundo para o qual estão voltados todos os olhos do mundo. Não que o artigo todo seja a favor, é até crítico e contra. Mas parte do pressuposto de que o Brasil é um êxito histórico aos olhos deles, estrangeiros, muito maior do que a gente imagina. Partem do pressuposto de que o Brasil é algo grandioso e falam justamente sobre as provas de que o País não superou o que há de horrendo nele. Se referindo à derrubada daquele helicóptero por traficantes no Rio, à violência, e a uma passividade do Brasil em relação às finanças internacionais, como que dizendo que o País deveria liderar uma virada nessa questão.

E você, o que acha?

Sempre achei que o Brasil é um país com destino de grandeza e uma originalidade fatal.

O que é uma "originalidade fatal"?

Somos um país de dimensões continentais, cujo povo fala português nas Américas, com uma população altamente miscigenada... São muitos fatores estranhos... O português é considerado assim o "túmulo de espírito". O próprio padre Antonio Vieira disse isso da língua. No entanto, essas desvantagens apontam para uma originalidade enorme, que a gente pode ou não aproveitar. Então eu gosto, por exemplo, de uma entrevista do (ex-ministro) Mangabeira (Unger) no Estadão sobre a Amazônia, em que ele diz que o Brasil devia fazer dela uma experiência de vanguarda tecnológica e de desbravamento de atitudes com relação ao desenvolvimento sustentável. Uma coisa de grande ambição, experimental. Acho que essas visões é que apontam para a verdadeira vocação do Brasil. É assim que eu penso. E olhe que minha candidata à Presidência é Marina Silva.

Você já escolheu?

Pode botar aí. Não posso deixar de votar nela. É por demais forte, simbolicamente para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem. Mas olha, eu concordo com o Mangabeira sobre a vanguarda tecnológica e o desbravamento. Parece uma contradição? Mas é assim.

Talvez não seja. Em nenhum momento o Mangabeira fala em destruição, em uso não sustentável...

Não sei se a Marina diria dessa forma. E acho que há, sim, uma tensão da posição dela em relação à de Mangabeira, embora ela seja a minha candidata. Se ela for, voto nela, com a esperança de que ela, com sensatez que sempre demonstra, acolha a complexidade da realidade. E, no poder, seja mais pragmática que Lula. E mais elegante, o que já é.

A Marina teria condições de gerir um país deste tamanho?

Acho que ela é muito responsável e muito sensata. Se empenhar as energias para ganhar e se tornar capaz disso, ela levará a sensatez ao ponto de poder gerir. Suponho que agora ela não parece ter essa capacidade, com as coisas como estão.

Serra faria um bom governo?

Pode fazer. O Serra foi um excelente ministro da Saúde. Agora, ele é o tipo do cara que, se tivesse ganho no lugar de Lula, em 2002, teria trazido mais problemas à economia brasileira. Ele teria feito um governo mais à esquerda e a economia talvez tivesse problemas que não está tendo porque o Lula fez a economia de direita. E ouve os conselhos de Delfim Neto, que o Serra não ouviria. O Lula foi mais realista que o rei. Foi bom, a economia deslanchou.

E Dilma?

Não tenho ideia. Ela tem um trabalho de pura gestão, mas sem experiência de poder político direto. Ela nunca foi eleita a coisa nenhuma.

A Marina tem?

Ela tem. Os candidatos são todos de nível bom. Vou falar em Aécio, de quem eu gosto muito. Talvez seja meu favorito entre os gestores. Porque acho que o Serra talvez ficasse mais isolado que o Aécio. E a Dilma talvez ficasse muito presa ao esquema estabelecido de ocupação dos espaços estatais pelo governo do PT.

Qual a função do Estado no processo de desenvolvimento?

Não tenho uma ideia precisa. Simpatizo muito com a tradição liberal inglesa e anglófona. Mas não me identifico plenamente com a ideia de Estado mínimo, de liberdade para as transações.

Antes da crise econômica, você era a favor do Estado mínimo?

Não. Eu tinha uma certa raiva daquela onda de Margaret Thatcher e Ronald Reagan, embora simpatize com o liberalismo de língua inglesa. Sempre me vem à cabeça a ideia de que a Margaret Thatcher estaria dizendo algo do tipo "eu privatizaria o ar, se pudesse..." Acho que ela chegou mesmo a dizer isso, pelo menos corre a lenda a respeito. E quando eu vejo essa gente dizer que a única coisa que deve mover as pessoas é o desejo de lucro tenho vontade de me agarrar em São Francisco de Assis, entendeu?

O Estado tem que mexer na Lei Rouanet?

Não sou muito bom nesse negócio. Sou como umas moças que eram bonitas e apareciam nuas nos filmes, e tinham de ter uma opinião política. Eu sou assim. Não sei se tem que mudar. Fico com pena do leitor de jornal, quando sai assim "a excursão de tal cantora foi recusada", ou "foi aprovada", ou ainda "pode captar". Para música popular, o máximo da captação é 30%. Mas 30 % de quê? O público lá sabe o que é isso? Para música clássica, pode chegar a 100%... Mas repito: eu sou daquelas moças... não estudei direito.

Mas voltando ao Estado brasileiro, ele é eficiente?

Meu pai foi funcionário público, dedicadíssimo à sua função. Embora estatísticas provem o contrário, ele contrariava as estatísticas. Então eu tenho uma ideia de que o serviço público pode ser amado, a pessoa pode dar todo seu sangue àquilo. E que não apenas o lucro capitalista é a única motivação.

O Estado deve ser um regulador...

Justamente, a ideia é essa. Que ele seja o regulador do equilíbrio de forças. Os governos têm de se submeter à lei, para estar representando o Estado.

Mas é o problema: cumpre-se a lei?

Não, muitas vezes não. Mas esse negócio de Estado muito forte não me atrai. Acho que ele tem de ser firme, mas não tem de ser um Estado de força. A lei tem de ser nítida, obedecida por todos, em primeiro lugar por quem manda. Ele não tem de se meter, tem de regular, para criar um equilíbrio. Agora, é preciso saber se os seres humanos têm essa saúde mental para querer que as coisas funcionem assim. A vida é complicada, dolorosa, difícil, as pessoas na verdade vão para atitudes muito irracionais... Sabe quem eu acho que tem o discurso mais interessante sobre como a gente, em coletividade, se comporta e como é complicado ter esperança? Freud. Acho que Freud fala de modo mais interessante sobre possibilidades do homem como ser social, do que os marxistas e do que muitos liberais. Pessoas não podem ter esses poderes enormes.

E o que acha da América Latina? No que ela está se transformando com pessoas que têm esses poderes enormes?

Tem uma recaída num negócio que é tradicional aqui, a figura do líder populista - uma linha demagógica liderada por Hugo Chávez. Mas o interessante é que Lula tem um papel bem diferente disso. Lula é um grande líder populista, mas é mais pragmático - mesmo com essa euforia em que entrou desde a posse até hoje. Ter tido Fernando Henrique e Lula em seguida é um luxo. Saíram melhor que a encomenda, ambos.

O Rio tem um desafio, de se pôr em ordem até 2016. Vai dar?

Ele tem de conseguir alguma coisa. Eu li na semana passada, no The Economist, que um dos agravantes para o Rio é o relativo igualitarismo da economia do tráfico. A revista não dá ênfase à derrubada do helicóptero, falam é da economia do tráfico. Que os drug lords do Rio não têm aquela vida de carrões, dinheiro, mulheres... diferentemente do resto da sociedade, onde as diferenças são abissais. A gente devia atentar pra isso.

Algum dia pensou em se mudar?

Não, nunca.

A violência o assusta?

Sempre assusta, até em filmes. Mas não vivo com medo.

As pessoas perderam a capacidade de se indignar?

Não acredito muito nisso. Hoje as pessoas aceitam a violência, o Congresso com essa corrupção toda... O povo não é tolo assim. Hoje há mais exposição dessas coisas. . Então não é que as coisas mudaram, é que elas vieram à tona. Suponho que o povo percebe. Passei um ano no Rio e vi como eram as coisas, não se pode dizer que era melhor. E não se falava muito do assunto. Ele apenas veio à tona. Mas olha, vir à tona é uma melhoria.

Como você se relaciona com a tecnologia?

Sou um pouco parcimonioso. Por exemplo, não tenho celular. Nunca tive. Vivo como se estivesse em 1957. Sei que o celular veio bem depois, mas eu ajo com relação a isso como se fosse 1957. Escolhi esse ano porque é um ano que eu gosto.

E o Twitter?

Twitter não. Eu gosto muito de e-mail.


Caetano Veloso. Citibank Hall (1.450 lug.). Av. Jamaris, 213, 2846-6000. 6.ª e sáb., 22 h; dom., 20 h. R$ 80/ R$ 170

www.estadao.com.br

Yoga do Bem no Nirvana

Clique na imagem para ampliar.
É praticando que se faz a diferença.

Participe da prática de Yoga beneficente em prol da ONG Lua Nova com os professores Pedro de Melo Franco e Jen Jaya (Califórnia, EUA).

E ainda Yoga Kids para crianças a partir de 4 anos com o professor Antonio Tigre.

Ao final, kirtan com a Maha Bandha e Ananda Jyothi.

14 de novembro às 17h
Espaço Nirvana
Praça Santos Dumont, 31 Gávea
Telefone: (21) 2187-0100
www.enirvana.com.br

Ingresso: R$20 - todo valor arrecadado será totalmente revertido para a ONG Lua Nova.
Vendas na recepção do Nirvana a partir de 9 de novembro.

* Leve seu tapete de yoga.


Ajude mais com a Zen People

No site www.zenpeople.com.br estão à venda bonequinhas confeccionados pelas jovens internas da Lua Nova e vales-doação cujas rendas serão integralmente transferidas à instituição. E ainda: comprando qualquer produto no site no período de 12 a 19 de novembro 10% do valor será destinado à instituição.


Mais informações

ONG Lua Nova
A instituição, localizada em Sorocaba/SP, busca inserção social de jovens mães e seus filhos em situação de vulnerabilidade social. Na ONG são desenvolvidas e experimentadas práticas de ações de geração de renda, trabalho, redução de danos e desenvolvimento comunitário. A Lua Nova é reconhecida pela ONU como uma das cinquenta melhores formas de mudar o mundo no Brasil. Visite o site e conheça mais o trabalho: www.luanova.org.br

Pedro de Melo Franco
Desde 1992 pratica o Hatha Yoga e durante todos esses anos vem se aprofundando e lecionando workshops e cursos intensivos no Brasil, EUA e Europa. É iniciado pelo SIRD, Mantra Yoga Meditação de Swami Devananda Saraswati Ji Maharaj e por AMMA.
É certificado em vários estilos de Hatha Yoga tradicional e contemporaneo e peregrino das principais rotas sagradas da Índia e Nepal. É professor da UNIPAZ (Universidade da PAZ-GO) e fundador da Maha Bandha. Mais em: www.yoganoborders.com

Jen Jaya
Nasceu e vive na Califórnia, EUA. Conheceu o yoga e fez dele seu estilo de vida. É certificada em Prana Flow Yoga. Estuda, pratica e leciona o método com Shiva Rea há quatro anos.

Yoga Kids
Antonio Tigre desenvolveu um método exclusivo para crianças: Yoga e os Jogos Teatrais, levando o conhecimento milenar de uma forma lúdica e divertida. Utilizando a metodologia pedagógica de Paulo freire, ensinando e aprendendo auto-conhecimento, concentração, consciência corporal e ser feliz com a energia interior. Plantando a semente da yoga na essência do ser humano. É indicada para crianças a partir dos 4 anos. Mais em www.antoniotigre.blogspot.com

Ananda Jyothi
É pioneiro no encontro musical entre a Índia e o Brasil. É o único músico indiano que vive no Brasil e conhece a fundo a música brasileira. Compõe sons com letras poéticas, que trazem na bagagem mensagens com um toque da rica filosofia e espiritualidade indiana. Tem 4 CDs lançados no Brasil. Mais em: www.mantrabrasil.com


Participe e leve seus filhos!


Namastê,

4.11.09

Mantras com o Grupo Transcende

Patrick convida: Show de Mantras com o Grupo Transcende

Venha Cantar com a gente!

Data: Sábado, 14 de Novembro às 19h
Local : Blyss Yoga, Rua Visconde de Pirajá, 318 sala 211, Ipanema
www.blyss.com.br
Ingresso: R$10

Grupo Transcende:
Patrick Gomlevsky (Violão e Voz), Leonardo Brandão (Flauta transversa), Gabriel Watel (Voz), Lila Vati (Backing Vocal), Henrique Badke (Violão Solo).

O Que é Kirtan ?

Kirtan é para todas as pessoas, não existem experts ou iniciantes. A pratica por si mesma o instrui, nos guiando para dentro de nós mesmos. Através do Kirtan criamos um templo dentro dos nossos corações, um lugar de amor e de simplesmente ser o que somos.
A natureza repetitiva do canto nos faz respirar mais profundamente e devagar. O canto é a respiração que se torna audível através do som. É uma meditação vocal.
Existem estudos mostrando que o canto reduz os hormônios do stress e aumenta a imunidade, soltando tensões musculares, diminui o batimento cardíaco e a pressão sanguinea e aumenta a claridade mental. As ondas mentais se modificam, evocando estados de relaxamento e paz interior

Venha fazer parte desse evento de música, paz e amor!

Namastê,
Patrick Gomlevsky

Projeto Paixão de Ler 2009

A 17ª edição do projeto Paixão de Ler começa nesta quinta-feira (05.11), às 17h30m, com uma palestra do escritor Bartolomeu Campos de Queirós e do jornalista, crítico de literatura e colunista do jornal O Globo José Castello, na Biblioteca Nacional. O projeto, da Secretaria Municipal de Cultura, reunirá, durante uma semana, cerca de cem atrações relacionadas à literatura, em locais como a Academia Brasileira de Letras, a Quinta da Boa Vista, a quadra do Império Serrano e bibliotecas populares.

Nos próximos dias, alguns dos destaques da programação serão realizados na Biblioteca Popular Municipal Machado de Assis, em Botafogo: a mesa "Por que ler poesia?", com os poetas Antonio Cícero e Eucanaã Ferraz, no próximo sábado (07.11), às 14h; o debate "Imaginação: quando a palavra voa", com os escritores Silviano Santiago e Adriana Falcão, no domingo (08.11), às 14h; e a mesa "A paixão de ler", com Ferreira Gullar e Alcione Araújo, também no dia 8, às 16h15m. No dia 9, a Academia Brasileira de Letras fará uma homenagem ao acadêmico Antonio Olinto, às 17h30m, com a presença do presidente da instituição, Cícero Sandroni.

A programação terá ainda conversas de escritores como Marina Colassanti, Antonio Torres, Bia Bedran e José Mauro Brant. Além dos debates, haverá lançamento de livros, contadores de histórias e encontros entre escritores e jovens estudantes. Na sede da prefeitura, serão realizados troca-troca de livros e leituras de poesia.


Fonte: Jornal O Globo
http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow

ONU lança campanha para saber como brasileiros cuidam do meio ambiente

As Naçôes Unidas lançaram no dia do seu 64º aniversário, 24/10, a campanha 'ONU Verde'. Com a pergunta O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente?, a organização enviará cerca de oito milhões de SMS convidando as pessoas à participação.

Quem quiser participar deve responder a pergunta O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente? enviando até três fotos, tiradas do celular , ou um pequeno filme de até 30 segundos, também realizado com celular, com uma explicação do roteiro com, no máximo, 100 palavras.

O material encaminhado deverá ser publicado pelo próprio participante no site www.onuverde.org.br.

A campanha ficará no ar até 1º de junho de 2010, quando um Comitê de Seleção, composto por cinco representantes das agências e programas do Sistema ONU no Brasil, escolherá as dez fotos e os cinco melhores vídeos que melhor traduzam o tema da campanha. O resultado estará disponível neste site a partir do dia 5 de junho 2010.


Fonte: Blog Verde
http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/

Inspiração: Arco-Iris noturno


Raro arco-íris clicado pelo fotógrafo Chris Walker em uma noite de Lua cheia em Richmond, Inglaterra.

O arco-íris geralmente se forma quando a luz do Sol é refletida pelos pingos de chuva. Neste caso, a luz que ajudou a dar vida ao fenômeno óptico veio da Lua, refletindo o Sol. Para a formação do arco-íris noturno é necessária a combinação de céu bastante escuro, Lua a menos de 42 graus em relação ao horizonte e chuva caindo em frente ao satélite natural da Terra.


3.11.09

Brasil: sem rumo de Copenhague...

Blog da Miriam Leitão

Ameaça à floresta, já! Metas de proteção, dia 14!

O governo decidiu não decidir sobre as metas de redução dos gases de efeito estufa. Ou melhor, avisou que no dia 14, um sábado, o Brasil vai anunciar a decisão que foi discutida hoje em reunião do presidente com os ministros sobre a proposta para Copenhague.

Enquanto isso, amanhã, quarta-feira, será votada na Comissão de Relações Exteriores da Câmara a proposta que nasceu tucana mas agrada muito a muita gente do atual governo de mudar já o Código Tributário reduzindo na prática a reserva legal na Amazonia para 50%. A proposta entre outras barbaridadades propõe que se aceite a plantação de palmácias exóticas - tipo palmas da Malásia - para regenerar área degradada e que deveria estar coberta por vegetação natural por ser reserva legal.

O governo caminha para anunciar dia 14 uma proposta medíocre que será anunciada como grande coisa. A de reduzir 80% o desmatamento da Amazonia até 2020. O que significa permitir que seja desmatada anualmente uma área superior a três vezes o território da cidade do Rio. Esses 80% escondem outras coisas. O governo está tentando adiar outros esforços propostos pelo ministro do meio ambiente de redução de emissão na energia, na agricultura, na pecuária, no transporte em medidas que seriam boas para o país sobretudo.

Mas o pior é o que está para acontecer à vista: na conspiração contra o Código Florestal amanhã na comissão que se chama de meio ambiente mas é dominada pelos ruralistas.

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/

Quem ainda duvida do aquecimento global?

Blog da Miriam Leitão

Duas notícias para quem ainda duvida sobre o aquecimento global e os riscos do desastre ambiental:

Uma, assustadora, é que o mundo vai ficar sem as neves do Monte Kilimanjaro, um dos maiores ícones do continente africano. E isso deve acontecer em apenas 15 anos. Resumo da história no Globo Online e o estudo completo neste link (em inglês).O estudo mostra que a cobertura de gelo encolheu 1% ao ano entre 1912 e 1953. O processo se acelerou para 2,5% entre 1989 e 2007.

Outra notícia impressionante é que a Civilização de Nazca desapareceu 1.500 anos atrás em consequência de um desmatamento descontrolado e de um forte evento climático. Mais sobre isso no site do jornal britânico The Times.

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/

2.11.09

Inspiração: Loy Krathong na Tailândia


Elefantes deixam "krathongs", oferendas feitas de pano e decoradas com flores, velas e incenso, para comemorar o festival anual de Loy Krathong no zoológico de Dusit, em Bangkok, Tailândia. Nesta cerimônia os tailandeses pedem perdão aos deuses. Os rituais são feitos na lua cheia do mês 12 do calendário lunar tailandês, que este ano cai em novembro.



Fotografia: EFE

MC Yogi with Gaura Vani and The Mayapuris

Divirtam-se!

1.11.09

Brasil faz maquiagem verde

Excelente e esclarecedora coluna da jornalista Miriam Leitão no jornal O Globo:

Panorama Econômico
Miriam Leitão

28.10.2009

Maquiagem verde

Hoje, quando faltam 39 dias para a reunião de Copenhague, o presidente Lula vai se reunir com os ministros para discutir que meta o Brasil adotará para conter os gases de efeito estufa. Ontem, o Ministério do Meio Ambiente divulgou a estimativa de que as emissões cresceram 31% desde 1994. Não é oficial. O Ministério da Ciência e Tecnologia não divulga os dados certos.

Esconder informação. Que triste papel para um ministério que se chama da Ciência e Tecnologia! Mas é o que o MCT tem feito. O MMA (Ministério do Meio Ambiente) pediu ajuda a vários órgãos para chegar a números sobre os quais calcular uma meta de redução das emissões, ou melhor, redução do ritmo de crescimento das emissões.

Sem saber quanto emite hoje, como calcular as metas que serão mostradas em Copenhague? Por isso, o MMA divulgou as estimativas de quanto estaria hoje, para ter ao menos um ponto de partida para projetar os cortes.

O Brasil emitia 1,5 bilhão de tonelada de carbono/ano na última medição, entre 1990 e 1994. Na verdade, a medida é “carbono equivalente”, porque transforma os outros gases no equivalente em CO. Em 2007 (ano da estimativa do ministro Carlos Minc), estaria em 2,1 bilhões de toneladas. Um crescimento de 4% ao ano. Neste ritmo, se chegará a 2,8 bilhões de toneladas em 2020.

Na última reunião do presidente com ministros sobre o tema, Minc sugeriu cortar 40% do nível a que se chegará se tudo for mantido constante. Ou seja, o corte não é calculado sobre o nível atual, mas sobre o nível que estaremos em 2020 (confira no gráfico abaixo o cenário se nada for feito). E mesmo assim, algumas premissas são consideradas muito otimistas, como a do crescimento pequeno das emissões da agropecuária.

Na hora de detalhar a proposta, Minc mostrou o quanto cada setor teria que reduzir do ritmo atual: agricultura; desmatamento; energia. Quando falou que era necessário reduzir o desmatamento no Cerrado, a ministra Dilma Rousseff discordou.

— Vamos com cuidado. O cerrado é a área natural de crescimento da agropecuária — disse a ministra.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, discordou de tudo.

— Para que oferecer um corte de 40%, se um corte de 20% já nos coloca no topo? — disse.

Oferecer um corte de 20% significa limitar o nosso esforço de reduzir o desmatamento da Amazônia, e não adotar qualquer medida nas áreas de energia; agropecuária; transporte.

Mesmo assim, o número do governo parece mais bonito do que é. Um corte de 80% no desmatamento parece lindo. Mas é em relação ao nível de 1996 a 2005, que é 19.500 km de floresta destruída por ano. Hoje, já estamos em 12 mil. Ou seja, já houve 40% de queda. A proposta é que em 2020 o Brasil desmate “só” 3.900 Km por ano. Isso significa desmatar anualmente “apenas” 3,2 vezes um território do tamanho da cidade do Rio de Janeiro.

Hoje haverá nova reunião sobre o assunto, mas o presidente só baterá o martelo na próxima terça-feira.

A posição brasileira feita assim, com números imprecisos e uma visão míope, será defendida pela chefe da delegação em Copenhague, a ministra Dilma, até a chegada de Lula.

A ideia do governo de nomeá-la chefe da delegação, apesar de sua notória falta de apreço pela questão ambiental e climática, tem também um cálculo eleitoral. Pelo “efeito Marina”, a candidata do governo está correndo atrás de uma maquiagem verde.

Na apresentação que fez ontem, o ministro Minc contou aos repórteres que só a lei climática de São Paulo significará 3,5 pontos percentuais no total dos cortes de emissão dentro da proposta de 40% de redução.

O Brasil pode oferecer mais do que vai acabar apresentando. E isso faria bem ao país porque significaria integrar a pecuária e a lavoura de forma mais eficiente; diminuir o desmatamento do cerrado; reflorestar 500 mil hectares por ano; aumentar a eficiência energética; não implantar as absurdas térmicas a carvão e óleo combustível. E se tudo isso não for benefício suficiente, passar ao mundo a mensagem de que o país quer e vai lutar por um mundo mais sustentável.

É uma pena que o Brasil só vai a Copenhague unido e com bons propósitos quando é para defender a Olimpíada.


Fonte: www.oglobo.globo.com/economia/miriam/

Cartoon: Angeli

31.10.09

Quem é mais feliz?

por Pedro Kupfer

Ouvi esta história no Nepal: um jovem cortador de pedra que trabalhava na chuva, pensou: “sou totalmente limitado e insignificante. Queria me sentir melhor, ser diferente. Esta chuva é realmente poderosa. Como gostaria de ser chuva, para me livrar desta penúria!” Então, elevando os braços ao céu, dirigiu uma prece a Ishvara, que satisfaz todos os desejos, dizendo: “Ó Senhor, torna-me chuva!” Do céu, Ishvara respondeu: “Tathastu! Que assim seja!”

E o cortador de pedra tornou-se chuva. A princípio, sentiu-se muito bem descendo do céu mas, ao perceber que estava indo em direção à terra e que seria absorvido por ela, mudou repentinamente de idéia: “A chuva não é assim tão poderosa. Daqui a pouco, desaparecerei para sempre no chão. A rocha é de fato realmente poderosa.” Então, dirigindo-se novamente a Ishvara, pediu: “Ó Senhor, torna-me rocha!” Ouviu-se do céu “Tathastu! Que assim seja!”, e a chuva tornou-se rocha.

Como rocha, ele se sentiu muito satisfeito, firme e poderoso. Ficou nesse estado por muitos e muito anos. No entanto, um dia começou a sentir os golpes de um martelo e um cinzel cortando seu corpo. Deu-se conta que um cortador de pedra havia se instalado sobre ele e estava pacientemente cortando seu corpo em blocos. Reconheceu, nesse momento, que aquele homem era de fato muito mais poderoso que a rocha. Não demorou muito para mudar de idéia em relação a ser rocha e pediu: “Ó Senhor, transforma-me num humano!”

Com a paciência infinita que somente os deuses sabem ter, Ishvara aquiesceu: “Tathastu! Que assim seja!” Repentinamente, o cortador de pedra viu-se assumindo novamente sua forma humana, realizando a mesma tarefa, exatamente no lugar onde tinha feito o primeiro pedido.

Dentro da tradição do Yoga, histórias como esta têm sido utilizadas para ensinar e transmitir valores. O homem que se transforma em chuva e depos em pedra exemplifica a busca incessante pelo prazer ou a segurança, que é o motor dos desejos.

O grande problema

O ser humano tem um problema que meu mestre, Swami Dayananda, gosta de chamar “o problema fundamental”. Esse problema é a matriz de todas as formas de sofrimento, e consiste na incapacidade de nos ver como pessoas felizes ou plenas. Quando me olho no espelho, não vejo um ser tranqüilo e satisfeito, mas alguém que está em constante desassosego e que acredita que a felicidade se conquista satisfazendo desejos.

O cortador de pedra começa e termina sua jornada no mesmo lugar. Da mesma maneira, quando corremos atrás dos desejos, estamos fazendo um movimento aparente em direção à felicidade mas, em verdade, não saímos do ponto em que estamos, já que a ansiedade de conseguir o que se quer é substituída por outras emoções igualmente paralisantes, como a preocupação em manter ou o medo de perder o que conseguimos.

Os desejos são a força que motiva as ações. Não há nada de errado em satisfazé-los, desde que saibamos que a nossa felicidade não depende disso. A satisfação dos desejos nos dá uma certa paz. Mas uma paz que, infelizmente, não dura muito. É preciso quebrarmos o impulso de viver satisfazendo os desejos, justamente lembrando que nos já somos a paz e a felicidade que buscamos na satisfação dos desejos.

Caso contrário, estaremos sempre buscando nos tornar algo diferente daquilo que somos, como o cortador de pedra. O yogi sabe que a felicidade não depende de satisfazer desejos. Não obstante, ele não foge à ação. É preciso estarmos conscientes de que as nossas vontades podem nos escravizar se não soubermos quem realmente somos. É bom lembrar que estar consciente não é policiar-se continuamente, mas identificar as reações automáticas antes delas se manifestarem para evitar seus frutos indesejáveis.

Desejos e felicidade

Desejar objetos não é um problema em si mesmo. A busca do prazer ou a satisfação dos desejos não é um problema. Colocar a satisfação dos desejos como única fonte da felicidade é o verdadeiro problema. Naturalmente, os seres humanos somos inclinados à busca do prazer, do conforto e da segurança. O problema começa quando acreditamos que a satisfação dos desejos é a solução para encontrar a felicidade. O Yoga nos ensina que os objetos de desejo não podem ser um meio para a felicidade.

Ciente de que nem sequer possuo o meu próprio corpo e de que não tenho nenhum controle sobre ele, vivo em estado de contentamento. Posso constatar que o meu cabelo cai quando ele decide cair, que o meu fólego se perde quando ele acha por bem se perder e que o meu corpo envelhece, mas estou em paz. Livre da idéia do ego, tenho uma visão maior de mim mesmo. Livre dessas noções errôneas, livre das idéias de “eu” e “meu”, vivo em paz. É preciso descobrir que nós já somos paz e tranqüilidade. Assim sendo, lembremos que ficar de costas para esse fato pode nos custar a plenitude que todos buscamos.

Namaste!

29.10.09

Brasileiros gastam R$65 por mês com cultura

A família brasileira gasta cerca de R$65/mês do seu orçamento com cultura. Dessa fatia, a maior parte vai para os livros ou shows de música. Estes dados foram retirados de duas pesquisas: "Cultura em números - Anuário de Estatísticas Culturais 2009", o primeiro anuário de estatísticas do setor, produzido pelo Ministério da Cultura (MinC); e "Consumo de cultura do brasileiro", feita pela Fecomércio pelo segundo ano.

O estudo do MinC mostra que, das despesas médias familiares por mês no país, R$ 64,53 são com cultura - ou 4,4% do orçamento. Para efeito de comparação, o gasto anual das famílias europeias com cultura há dez anos era de 2,7% na Lituânia a 5,8% na Dinamarca, segundo a Eurostat, órgão europeu de estatísticas. Já a Fecomércio revela que o item mais consumido é o livro - 30% leram algum em 2008, contra 71% dos europeus em 2007.

As pesquisas revelaram também que o preço que o brasileiro acha justo pagar por um produto cultural não passa de R$ 20.

Fonte: www.oglobo.com.br

Brasil: um dos maiores emissores de gases do efeito estufa

O Brasil é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa do mundo. São cerca de 1,5 bilhões de toneladas por ano. Quantidade maior do que emite a Índia e o Japão por exemplo, e metade do que emite a União Europeia.

O desmatamento ainda responde por mais da metade (51,9%) do CO2 emitido pelo Brasil, segundo um estudo recem divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente. A segunda atividade que mais contribui para o aquecimento global é a agropecuária com 25% das liberações. Em terceiro lugar vem o setor energético, responsável por 20% das emissões. A indústria contribui apenas com 1,7% e o tratamento de lixo e esgoto com 1,4%.

As informações do estudo são baseadas na estimativa das emissões brasileiras no ano de 2007. Neste ano, o Brasil teria lançado na atmosfera cerca de 1,9 bilhão de toneladas de gás carbônico, metano e óxido nitroso.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a Embrapa já apresentou propostas para reduzir as emissões na atividade rural. Entre elas, estão o aumento da produtividade do solo, a recuperação de 11 milhões de hectares de áreas degradadas e o incentivo ao plantio direto, técnica que reduz o uso de fertilizantes. Segundo Minc, a combinação dessas três medidas pode reduzir em 7% o total das emissões brasileiras até 2020.


Fonte: www.oglobo.com.br

NYT: COP 15 em Copenhague rumo ao fracasso

Reportagem de John Broder do New York Times mostra que pode não haver mais tempo suficiente para um acordo climático em Copenhague, em dezembro. Os países tendem a anunciar uma série de medidas interinas e dar prosseguimento à discussão no próximo ano. A reportagem lembra declarações do diplomata holandês que chefia as negociações sobre clima nas Nações Unidas, Yvo De Boer, que alerta dos riscos de um fracassos no acordo: "Não há tempo suficiente para fazer tudo".


Rumo a um fracasso climático
Especialistas acreditam que não há mais tempo para um acordo em Copenhague


The New York Times

Com o tempo se esgotando e profundas diferenças ainda insolúveis, são poucas as chances de a reunião em Copenhague, em dezembro, alcançar um acordo global e significativo sobre as mudanças climáticas.

Os Estados Unidos e alguns outros países de grandes emissões já concluíram que é mais útil adotar medidas graduais, mas significativas, do que se apressar para assinar um tratado que será muito fraco para resolver o problema do aquecimento global ou muito oneroso para ser posto em prática. Por isso, os participantes do encontro de Copenhague devem anunciar uma série de medidas interinas e dar prosseguimento à discussão no próximo ano.

- Não há tempo suficiente para fazer tudo - afirmou, na semana passada, Yvo De Boer, o diplomata holandês que chefia as negociações sobre clima nas Nações Unidas. - Mas eu espero que a reunião vá além de uma mera declaração de princípios. O que eu gostaria de ver seriam os trabalhos de base concluídos para a ratificação de um acordo no ano que vem.
Sobram intenções, falta compromisso

Os negociadores já aceitam como inevitável que os representantes das 192 nações não conseguirão resolver as questões pendentes até o início da conferência, em dezembro. O abismo que separa os países ricos dos pobres, e mesmo aquele que se interpõe entre as nações desenvolvidas, é grande demais.

Ainda assim, permanecem altas as expectativas de que o encontro tenha um peso significativo, não apenas para o meio ambiente, mas para vários outros temas, como mercado global, segurança, desenvolvimento econômico, produção de energia, compartilhamento de tecnologia e a sobrevivência das vulneráveis nações insulares.

Autoridades estão baixando as expectativas e definindo áreas em que há acordo, como a necessidade de deter e, depois, reduzir o crescimento das emissões de gases-estufa - embora ainda seja tema de acaloradas disputas como fazer isso e quem deve fazer. Os negociadores também debatem como garantir que as promessas feitas serão cumpridas.

Entre os maiores obstáculos para um acordo mais amplo está a inabilidade do Congresso americano de aprovar uma legislação climática e energética que estabeleça metas compulsórias para a redução das emissões de gases do efeito estufa no país. Sem esse compromisso daquele que é historicamente o maior emissor do planeta, dificilmente outras nações apresentarão suas metas.

Representantes europeus têm pressionado muito para a aprovação de algum acordo nos moldes do Protocolo de Kioto - que os EUA nunca ratificaram. Mas os americanos alegam que é melhor não ter acordo algum do que ter um tratado que não será implementado.

A visão predominante hoje, entre os negociadores, é de que a reunião irá determinar a continuação do debate no ano que vem e, talvez, determinar uma data final para um novo acordo entre julho e dezembro de 2010.

Uma declaração final de Copenhague, no entanto, deve incluir o compromisso de limitar o aumento das temperaturas globais em 2 graus Celsius. O documento deve acordar também que as nações ricas reduzam suas emissões e que as economias emergentes diminuam o ritmo de crescimento de suas emissões. Mas é difícil que tais metas sejam acompanhadas de números finais.

Os países ricos já concordaram com o princípio de ajudar os pobres a se adaptarem às mudanças. Mas é pouco provável que a reunião defina montantes de dinheiro, fundos e programas para que isso aconteça.

Deve ser feita também a promessa de criação de um sistema internacional para monitorar e verificar a redução das emissões. E, ainda, deve haver o compromisso de que as nações planejem seu crescimento econômico com base em baixas emissões de CO2 e se comprometam a compartilhar com as nações pobres tecnologias para a geração de energias limpas.

28.10.09

Lançamento dos CDs Simplesmente Satsang vol. 2 e 3 com Marco Schultz













Agenda dos Satsangs:

05 de novembro (quinta feira) em São Paulo
Local: Espaço Integração
End.: Rua São Francisco, 186 - Granja Viana
Hora: 20:30 hs
Mais informações: 11 4702 4838
www.espacointegracao.com.br

06 de novembro (sexta feira) em São Paulo
Local: Instituto Cultural DEP
End.: Rua Juréia, 349 (próx. ao metrô Santa Cruz)
Hora: 20:15 hs
Mais informações: 11 5084 1410
www.depsique.org.br

08 de novembro (domingo) no Rio de Janeiro
Local: Colégio Andrews
End.: Rua Visconde de Silva, 161 - Humaitá
Hora: 18:30 hs
Mais informações: 48 3232 1646

10 de novembro (terça feira) em São Sebastião, SP
Local: Teatro Municipal de São Sebastião
Hora: 20:00 hs
Mais informações: 12 9102 0408

12 de novembro (quinta feira) em Santos, SP
Local: Clube Internacional de Regatas
Endereço: Av. Almirante Saldanha da Gama, nº 5 - Ponta da Praia
Hora: 20:00 hs
Mais informações: 13 9782 4888 e 13 7802 4145

15 de novembro (domingo) em Campinas/Vinhedo, SP
Yoga no Mosteiro com Marco Schultz, Márcio Assumpção, Rosângela Bassoli e convidados
Local: Mosteiro São Bento em Vinhedo
Hora: 10:00 às 18:00 hs
Mais informações: 19 3254 7033 ou 3442 2223
www.instituto-yogaterapia.com.br

Em dezembro: Florianópolis, Tubarão, Camboriú, Brusque e Curitiba.
Informações serão divulgadas em breve.

Assista ao clip



www.simplesmenteyoga.com.br

Namaste,

27.10.09

Lançamento do CD Cravo da India no RJ

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de Ananda Jyothi e Espiritualistas

O indiano Ananda Jyothi é o pioneiro no encontro musical entre Índia e Brasil através dos mantras. Para ele, cantar mantra é uma pratica de yoga no caminho espiritual. Nesse caminho dedica sua música e kirtans que realiza pelo Brasil. O mantra kirtan é uma antiga pratica indiana que desperta e faz sentir a presença divina dentro do coração de cada um.

Único músico e tablista indiano que vive no Brasil, sua música busca o despertar espiritual, a paz e tranquilidade na mente das pessoas. Com o ritmo da tabla e a rica melodia, suas canções nos permitem transportar-nos a um universo misterioso e divino.

Seu novo trabalho, o Cd Cravo da Índia, é um encontro equilibrado de mantras tradicionais, ritmos indianos com um toque sutil da sonoridade brasileira em algumas canções. O Cd está sendo lançado em diversas cidade brasileiras em setembro, outubro e novembro de 2009.

No Rio de Janeiro o primeiro show acontecerá dia 07 de novembro, no Espaço Cultural do Restaurante Govinda no Itanhangá, às 20h. Ingressos R$ 25,00 e todos ganham um cd Cravo da Índia. Mais informações: 21 9194-4249

Passeando por mantras milenares, o show mistura com harmonia o tradicional e contemporâneo numa linguagem global, que transpõe barreiras culturais, dialogando em diversas línguas como o sânscrito, português e inglês.
O grupo Espiritualistas é formado pelos parceiros de Ananda Jyothi ao longo desses anos. A banda é marcada pela presença feminina no palco, compondo o equilíbrio entre Shiva (masculino) e Shakti (feminino) – trazendo na flauta e teclados Constança Scofield e a voz da baiana Mariella Santiago.
O show Ananda Jyothi & Espiritualistas é repleto de mantras e ritmos indianos dialogando com o melhor da sonoridade brasileira. Do tradicional ao contemporâneo, o CD Cravo da Índia é feito para quem quer vibrar com a boa energia da música.

Mais Informações sobre Ananda Jyothi em www.mantrabrasil.com e www.myspace.com/anandajyothi

Contatos para produção:
Carina
(21) 3796-0812 / 9194-4249
caribini@yahoo.com

Workshop Textos Clássicos da Hatha Yoga

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com Cláudio Fernandez

em São Paulo / SP

31 de outubro das 10h as 13h e das 15h as 18h

01 de novembro das 9h as 12h

Investimento R$360

Mais informações em www.yoganoborders.com

e omlibertacao@gmail.com

Cláudio Fernandez pesquisa há mais de 25 anos técnicas psico-fisico-energéticas, tendo praticado extensamente artes marciais (Hum gar, tai chi chuan, chi kun, aikidô e ecrime romani). É bailarino, tendo se aprofundado em danças de transe e êxtase, pesquisou sobre xamanismo e plantas de poder, é máster em método Pilates e atualmente está dedicado ao seu sadhana de Hatha yoga. Viaja à India a procura de conhecimento e inspiração.

Sem dúvida o yoga que mais se tem difundido e influenciado o Ocidente é o Hatha Yoga, porém a maioria dos praticantes e professores conhecem pouco a sua história, evolução e a profundidade de seus ensinamentos.
Isso se deve a uma série de fatores: em grande parte pela transmissão dos conhecimentos de mestre para discípulo num sistema milenar esotérico e iniciático que só começou a se abrir ao mundo no inicio do século XX noutra pelos poucos textos traduzidos e publicados que, além de tudo isso, foram escritos numa linguagem simbólica e sintética, o que tornou necessário o conhecimento dos significados ocultos por trás de escuras metáforas.

Esse panorama, para grande sorte dos praticantes de todo mundo, está mudando. Há mais de uma década começou um movimento na Índia em pró de resgatar, traduzir, comentar e publicar os textos clássicos do Hatha Yoga, que se revelaram mais numerosos do que se acreditava. Esta iniciativa reúne esforços de vários setores do mundo do yoga, desde representantes atuais da escola dos Nathas (fundadores do Hatha Yoga) até grandes pesquisadores cmo o Dr. M. L. Gharote, graças a isto, temos atualmente disponível muita informação, o que há poucos anos atrás nos era desconhecida.

O objetivo deste workshop é ser uma introdução ao Hatha Yoga Clássico abordando sua história desde o século IX da nossa era e como nele funcionam o Tantra, Alquimia Medieval Indiana, Medicina Ayurvédica e antiqüíssimas práticas de êxtase, criando um sistema poderoso de iluminação e transcedência.
Textos que se apresentarão no workshop:

" GORAKSHA PADDAHATI
" HATHA YOGA PRADIPIKA
" HATHARATNAVALI
" GHERANDA SAMHITA
" KUMBHAKA PADDHATI
" SHIVA SAMHITA
" HATHATATVAKAUMUNDI

Também se mostrará a estrutura do sadhana clássico explicando como as práticas de kryas, asanas, pranayamas, bandhas, mudras, dharana e dhyana eram articuladas para chegar a finalidade do yoga: Samadhi.
O workshop será teórico e prático, no sábado a prática acontecerá nas duas últimas horas do curso e no domingo nas duas primeiras, tendo no domingo como pré requisito o jejum para ser realizada a prática.

25.10.09

Guerra ecológica: ecobags no mercado consumidor

Por trás do debate ecológico sobre o uso de sacolas plásticas ou ecológicas há um setor que movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano. De um lado, os produtores de sacolas ecológicas - biodegradáveis, recicladas ou retornáveis -, que começam a gerar negócios milionários e veem suas vendas se multiplicarem a cada mês. Do outro, a indústria plástica, que não quer perder a produção de 15 bilhões de sacolinhas por ano e que parte para o contra-ataque, prometendo produtos mais eficientes e conscientização do consumidor.

Os grupos Wal-Mart, Pão de Açúcar e Carrefour já venderam, juntos, quase quatro milhões de sacolas, o que deve ter representado negócios de cerca de R$ 15 milhões. Se o número parece pequeno frente aos bilhões de sacolinhas plásticas, o crescimento das vendas das ecobags mostra um potencial relevante para os próximos anos.

A Ecologic Pack, de Oliveiras (MG), vende com um mês de antecedência sua produção diária de cinco mil sacolas de algodão, recicladas de PET, ráfia ou juta. Com faturamento anual de R$ 6 milhões, já planeja dobrar a produção em 2010. O mesmo ocorre com a Companhia Têxtil de Castanhal (CTC), maior produtora de juta das Américas. Ela prevê dobrar sua produção de sacolas em 2010, quando chegará a 400 mil unidades. A Santa Clara Ecobags, criada há um ano e meio em Tubarão (SC), está com sua capacidade de produção de sacolas de algodão no máximo.
Plástico ataca com sacola 'turbo'

A indústria plástica está correndo atrás do prejuízo: uma sacola plástica mais resistente, que reduz o desperdício, é a principal arma das empresas do setor. Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), acredita que as sacolinhas certificadas pelo Inmetro vão garantir uma redução de até 20% no consumo das embalagens. O setor está promovendo campanhas educativas e publicitárias por meio de seu braço de pesquisas, a Plastivida.

Fonte: www.oglobo.com.br

Campanha Saco é um saco!

Nós brasileiros consumimos 18 bilhões de sacolas descartáveis por dia, um número impressionante que vem do Ministério do Meio Ambiente.

O Ministério do Meio Ambiente junto com a WWF-Brasil e outras instituições lançaram em junho de 2009 uma campanha para incentivar ao consumidor trocar a sacolinha plástica por outras opções retornáveis.

As sacolinhas de plástico ainda são a primeira opção entre os brasileiros na hora de sair às compras. Estimativa do Ministério do Meio Ambiente mostra que 1,5 milhão de sacolas plásticas são usadas por hora no país. O descarte incorreto do material provoca danos ao meio ambiente e a reutilização para armazenar lixo doméstico, por exemplo, não é recomendada por especialistas.


Entre no site e no blog e saiba mais sobre a campanha:

www.sacoeumsaco.com.br

www.blog.mma.gov.br/sacolasplasticas

As sacolas de supermercados são um grande problema ambiental, isso todos sabemos. O plástico leva cerca de 400 anos para se decompor e o uso de material descartável em excesso resulta no acúmulo de lixo que vai parar nos rios, mares, oceanos matando animais, demandando altos investimentos do governo para a limpeza e piorando a qualidade de vida das pessoas.

Mas por que as pessoas insistem na utilização das sacolinhas? Uma das causas, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente , é uma característica da sociedade brasileira: o reuso para o acondicionamento de lixo, que acontece em todas as classes sociais. Desde 1980 elas causaram uma revolução na coleta de lixo, principalmente para as populações de classe baixa, que não compravam – e ainda não tem o costume de comprar – sacos de lixo por causa do preço.

Como as sacolas são descartadas incorretamente, geralmente misturadas a outros resíduos, elas ficam contaminados e inviabilizam o processo de reciclagem. Além disso, o problema do excesso persiste. São 800 sacolas por ano para cada brasileiro enquanto existem várias alternativas como as bolsas de feira, as sacolas retornáveis e os carrinhos. A ideia é recusar, sempre que possível, as sacolas que já se tornaram vilãs internacionais e já são encontradas até mesmo em locais considerados paraísos ecológicos.

Outras opções vêm sendo estudadas pelo MMA, como os oxi-biodegradáveis e dos chamados bioplásticos. Os primeiros, segundo o Ministério, não resolvem por si só os problemas ambientais causados pelas sacolas plásticas descartadas como lixo ou como recipiente para o lixo. Além disso, o fato de ser biodegradável pode levar à sociedade a pensar que o material irá se decompor naturalmente, o que incentivaria o descarte irresponsável.

Quanto à tecnologia dos bioplásticos, que podem ser biodegradáveis e compostáveis, o MMA entende que deve ser incentivada no Brasil, como já acontece em outros países. No entanto, no que diz respeito ao uso do bioplástico para a confecção de sacolas, existe uma ressalva importante: sem a implementação de uma política de coleta seletiva, de sistemas de compostagem e biodigestores, a aplicação deste material agravaria a situação dos depósitos de lixo no que diz respeito ao acúmulo de resíduos orgânicos, liberando mais gases de efeito estufa como CO2 e CH4.


24.10.09

Yoga na Lagoa Rodrigo de Freitas/RJ

Clique na imagem para amplia-la.
No Parque dos Patins

com professor Gledson

Quartas e Sextas às 7h

A primeira aula é experimental e gratuita.

Leve seu mat.

Mais informações: (21) 9736-0773

O ponto de vista do cão

Revista Veja
o3.10.2009


Os cientistas começam a desvendar um mistério milenar: como os cachorros veem o mundo e por que eles são tão apegados a seus donos

Não há parceria como a do homem com o cão. Ainda assim, em termos de estudos científicos, os ratos recebem maior atenção que o cachorro. Devido a seu uso como cobaia, sabe-se quase tudo sobre o comportamento dos roedores e até já se descobriu como tornar sua existência mais longeva. Por outro lado, o convívio por mais de 14 000 anos permitiu ao homem entender, na prática, bastante bem o comportamento canino. Mas também levou à concepção emotiva de que, de certa forma, o totó tem um lado humano, ainda que insista em fazer xixi no poste. Sobre esse assunto já não se está completamente no escuro. Uma série de estudos recentes lançou luzes sobre, digamos, a vida interior dos cães. Obviamente, o que se está descobrindo nada tem de humano.

A apreciação científica mais completa sobre a mente canina está no livro Inside of a Dog: What Dogs See, Smell and Know (”Dentro de um cão: o que os cães veem, cheiram e sabem”, em inglês), da americana Alexandra Horowitz. Desde o lançamento, no início de setembro, a obra está na lista das mais vendidas. Psicóloga da Universidade Colúmbia, com especialização em ciência da cognição, Alexandra se propõe a explicar o que significa ser um cachorro. Em outras palavras, como é o mundo do ponto de vista canino. Cinco meses atrás, a Universidade Harvard abriu um laboratório de pesquisas com 1 000 cães, e a Universidade Duke, na Carolina do Norte, vai abrir o seu neste mês. “O número de estudos sobre cães aumenta porque esses animais, antes estigmatizados pela ciência, são tão interessantes para as pesquisas de convívio social quanto os chimpanzés”, diz o biólogo Marc Hauser, chefe do Laboratório de Evolução Cognitiva de Harvard. No início deste ano, ele deixou a pesquisa de primatas para se dedicar aos cães.

Apesar de toda nossa convivência com os cães, talvez seja mais simples entender os chimpanzés, primos na árvore da evolução. Os cães percebem o mundo de um modo tão próprio que só pode ser descrito por analogias. Para poder explicar, a psicóloga Alexandra Horowitz tentou imaginar a vida do ponto de vista de um animal cujo sentido principal é o olfato. Para os cães, o cheiro equivale à visão humana. É o primeiro recurso usado para reconhecer o ambiente ao redor. Quando acordam, esses animais farejam a casa para saber se algo aconteceu enquanto dormiam. Dependendo da raça, um cão pode ter entre 200 milhões e 300 milhões de receptores de olfato nas narinas. O nariz humano só tem 5 milhões. Odores imperceptíveis para nós, como os das moléculas de ácido butírico provenientes das células da epiderme, deixadas por uma presa, compõem para os cães um rastro que pode ser seguido com segurança.

O cão tem maior interesse pelo que é cheirado do que por aquilo que é visto. Paisagens que deixam as pessoas boquiabertas só se tornam interessantes para um canino se o vento trouxer algum cheiro significativo. Cheirar o sapato de um recém-chegado, para um cão, é uma experiência que rende informações que o homem não tem como obter sozinho. O animal consegue saber por onde a pessoa andou e com que frequência esteve naquele lugar, se teve contato com outros animais, se fez sexo recentemente, se está tomada pelo medo ou pela ansiedade. O tempo como uma cadeia contínua de eventos nada significa para o cão. Tempo também é cheiro. Essa capacidade funciona como um relógio sem ponteiro: o passado, para um cachorro, significa odor enfraquecido; um fato novo tem fragrância forte. Ele realmente é capaz de prever chuva, como se acredita tradicionalmente. Não se trata de clarividência, e sim da transmissão pelo vento do cheiro da tormenta que se aproxima. “Imagine se cada detalhe de nosso mundo visual tivesse um odor correspondente”, escreveu Alexandra Horowitz. “Para um cão, cada pétala de rosa pode ser diferente, pois foi visitada por insetos que deixaram indícios olfativos de sua presença.” O olfato age até mesmo enquanto os cães dormem. O homem, que tem a visão como sentido primordial, sonha com imagens. Provavelmente, o sonho dos cães é repleto de odores. O costume dos donos e veterinários de lavar os cães com xampus cheirosos é terrível para eles. Funciona como se fosse apagada a memória dos episódios das últimas semanas. “A menor fragrância dos produtos de limpeza é quase um insulto olfativo para o cão”, escreve Horowitz.

Com um nariz tão desenvolvido, os cães se valem de olhos e ouvidos como sentidos complementares. A gama de cores que os cães percebem varia entre o azul, o verde e o amarelo, com menos nuances de tons que as captadas pelo olho humano. Com um número menor de fotorreceptores que o olho humano, eles têm dificuldade em ver objetos próximos. Em compensação, a visão periférica pode ser sensacional em certas raças, chegando a 270 graus (a do homem é de apenas 180 graus). A audição canina é mais sensível e tem um espectro muito maior que a humana. Um ambiente silencioso, como um quarto escuro durante a madrugada, é cheio de ruídos para os cães. Eles percebem sons muito baixos, como passos do outro lado da rua ou o movimento dos ratos entre as paredes, e também sons inaudíveis para o homem, como as ondas de alta frequência emitidas por relógios digitais. Da mesma forma, um cão pode localizar a origem de um som mais rápido que um ser humano. Os dezoito ou mais músculos especializados permitem ao cão dobrar, girar, levantar e baixar as orelhas. No homem, apenas seis músculos sustentam as orelhas.

Os cães descendem dos lobos, e a separação se deu há tão pouco tempo que as duas espécies ainda podem cruzar e gerar descendentes. Mas as diferenças já são enormes. O cérebro do animal doméstico é, em média, 20% menor que o de seu ancestral. Talvez para sobreviver entre os homens eles não necessitem da astúcia de um lobo silvestre. De acordo com Alexandra Horowitz, a ideia de que o dono precisa mostrar que é uma espécie de macho alfa não faz sentido. Os cães também não formam matilhas. Não existe entre eles um macho dominante como há entre os lobos. Talvez o cão veja no homem um companheiro, e não necessariamente um chefe. O animal domesticado se tornou especialista nas reações humanas. Ele percebe o sentido pela entonação da voz e é capaz de diferenciar o elogio da reprimenda. Da mesma forma, ele olha para o rosto humano em busca de informações, orientações e segurança. No final, é mesmo o melhor amigo do homem.

www.veja.com.br

23.10.09

Workshop com Lygia Lima no Rio de Janeiro

Retirado do Blog Zen People

Sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nossa dica para este final de semana é o Workshop de Power Vinyasa Flow com a professora Lygia Lima.

Lygia é carioca mas vive atualmente em São Paulo. Esta é uma ótima oportunidade para os cariocas experimentarem o estilo vigoroso e energético de uma das professoras mais experientes no estilo Vinyasa Flow.

Dia 23 de outubro de 18h as 20h

Dia 24 de outubro de 11h as 13h

Tex Studio
Leblon, Rio de Janeiro/RJ
Tel.: 2294-5460